sábado, 27 de agosto de 2011

4)- Entre terras e pedras conscientes

Post dedicado a Danilo Banachi, João Paulo Francescon e Rafael "Sarrus"


   Capitulo passado tivemos o começo de nosso "gênesis" (que na realidade não é uma criação), e vamos continuar com ele, com o aparecimento da vida



Ao olharmos a foto a esquerda vemos uma estátua, um ser inanimado, podendo ser feira de metais, pedra, areia, barro, o que você quiser, todos seres inanimados.
"-E dai?"
Aqui encontramos um homem de pedra, uma estátua. Ela se parece com um humano (releve o fato de essa ser Mercúrio ou Hermes, um deus da mitologia, pois essas são outras terras a desbravar), tem a forma de humano, as vezes uma expressão bem humana. Mas existe uma diferença, uma pedra não tem vida, as estátuas também não.

Então a pergunta chave, algo que não tem vida, ou se quer uma mínima consciência ou racionalidade pode formar um ser vivo, consciente e racional?
Nossa constituição é basicamente água, proteínas e gordura. Se esse material não tem uma mínima consciência como poderíamos formar um organismo?


Podemos ver pelas ciências que a meteria tende a se agrupar da maneira mais  "confortável" para ela, podemos ver claramente pela química e pela química orgânica, principalmente. O átomo tende a atrair o elétron para o seu lado, e estes andam de um lado para o outro em reações para melhor se acomodar. Até moléculas dentro de uma célula sabem pra onde elas precisam ir. Esses eventos mostram a mínima racionalidade mesmo das menores partículas existentes.

Essas pequenas "inteligências" formam hoje o que temos, com muito tempo de tentativas e erros eles conseguiram se agrupar nas suas primeiras formas maiores, chegando até a serem chamados  de seres vivos, por sua complexidade e dinamismo.

Esse conjunto pode criar uma consciência maior, assim como nós, compostos de varias células, que por si só são seres vivos, que se multiplicam e morrem, formando um ser maior para a sua própria sobrevivência. Porém este assunto é para outro post, se não, fugiremos muito do assunto.




Assim resplandeça a luz do conhecimento diante dos homens de bem.
Abraços Fraternais"





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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

3)- Em terras inexistentes de batalhas

A batalha em nossa mente é constante, não há como negar. Nossa batalha é travada todos os dias, porem postos são conquistados, as vezes uma idé ase avança sobre a outra e cidades são fundadas.

Um dia uma cidade ruiu. Roma.

Mais precisamente o meu vaticano (cá entre nós, ele nunca foi muito solido). Assim ele caiu:

"Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma." Em minha cabeça tudo se destruiu e se reconstruiu. Uma bola de demolição acertou o coração de meu vaticano, porem não produziu escombro, mas surgiu duas coisas: uma pedra angular e um espaço vazio para uma construção futura.
Nada pode se criar do nada, o universo não seria criado do nada, mas deveria existir uma matéria que criasse ele, algo como... ele!


As respostas do mundo em essência são simples, nada é tão complicado que não possamos entender, só nós falta alguma peça do quebra-cabeça. Nada mais lógico do que ele ter sempre existido, e eu nunca tinha pensado nisso. O universo é, como falado na religião cristã sobre Deus, eterno, o alfa e o omega. O Universo, ou Deus, é eterno não tendo começo nem fim, ele simplesmente existe, sempre existiu, estava lá desde o principio de tudo, pois o principio não existe, o tempo é algo só sentido pelos humanos, o tempo é só a mudança das coisas de lugar.


Ai esta o conceito mais difícil, pelo menos para mim, de se pensar. O UNIVERSO, SIMPLESMENTE, EXISTE. Ele independe de tempo, pois ele existe e nunca foi criado nem  nunca vai ser destruído, ele irá mudar e se transformar, e estará lá, existindo, como sempre existiu.


Assim resplandeça a luz do conhecimento diante dos homens de bem.
Abraços Fraternais
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