quinta-feira, 15 de setembro de 2011

5)- Entre terras entre parênteses

Olá Filhos do Atomo.
Hoje abrirei um parentese para falar sobre algo diferente do filosófico/teológico de sempre.
Então...abre parentese.

Hoje assisti o filme brasileiro, diga-se muito bom, chamado "O Homem do Futuro" e relembrei velhas teorias minhas. Essa teoria tem a ver com a discussão sobre destino, se ele existe ou não existe.

Imaginaremos assim. Você morre. Descobre que existe um Deus bondoso e caridoso, então você pede pra voltar para a terra viver de novo a sua vida para que você vire uma pessoa melhor. Por ser bondoso e caridoso, ele aceita, mas com uma condição, você voltará no tempo e não terá suas memórias. A sua vida seria a mesma ou mudaria?

O mundo seria a mesma "variante", você seria a mesma variante. O resultado seria o mesmo. Não importaria quanto você voltasse continuaria sendo o mesmo, pois nada mudou. O mundo não mudou e ninguem dentro dele mudou.

Então você quer dizer que o destino existe? De certo modo sim, pois todo o mundo fez com que eu estivesse escrevendo isto, e algum dia remoto alguém lerá, e dependerá somente das influencias que te fizeram o que você é. O mundo é o seu destino, uma variável já determinada.
"Como assim uma variável ja determinada? EU ESCOLHO O MEU FUTURO E NINGUÉM MAIS!"

Sim, sim. Eu não disse que você não escolhe o seu futuro, mas que tudo que aconteceu na sua vida faz você escolhe este futuro. "Você quer namorar comigo?" você pode escolher que sim ou que não, isso talvez decida a sua vida, porem essa resposta ja esta escolhida, a escolha que você vai fazer é a escolha já escolhida no universo. "Você faz as suas escolhas, e suas escolhas fazem você", consegue ver o ciclo eterno que isto gera?

Gostaria de que assistissem o filme "The I inside", em portugues, "O terceiro olho", e pestem bem atenção no final do filme na cena do vinho.




O universo é lindo e simples, não precisamos complica-lo.




De mais é só, obrigado.
Assim resplandeça a luz do conhecimento diante de todos os homens de bem.
Abraços Fraternais"




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Fecha parentese.




sábado, 27 de agosto de 2011

4)- Entre terras e pedras conscientes

Post dedicado a Danilo Banachi, João Paulo Francescon e Rafael "Sarrus"


   Capitulo passado tivemos o começo de nosso "gênesis" (que na realidade não é uma criação), e vamos continuar com ele, com o aparecimento da vida



Ao olharmos a foto a esquerda vemos uma estátua, um ser inanimado, podendo ser feira de metais, pedra, areia, barro, o que você quiser, todos seres inanimados.
"-E dai?"
Aqui encontramos um homem de pedra, uma estátua. Ela se parece com um humano (releve o fato de essa ser Mercúrio ou Hermes, um deus da mitologia, pois essas são outras terras a desbravar), tem a forma de humano, as vezes uma expressão bem humana. Mas existe uma diferença, uma pedra não tem vida, as estátuas também não.

Então a pergunta chave, algo que não tem vida, ou se quer uma mínima consciência ou racionalidade pode formar um ser vivo, consciente e racional?
Nossa constituição é basicamente água, proteínas e gordura. Se esse material não tem uma mínima consciência como poderíamos formar um organismo?


Podemos ver pelas ciências que a meteria tende a se agrupar da maneira mais  "confortável" para ela, podemos ver claramente pela química e pela química orgânica, principalmente. O átomo tende a atrair o elétron para o seu lado, e estes andam de um lado para o outro em reações para melhor se acomodar. Até moléculas dentro de uma célula sabem pra onde elas precisam ir. Esses eventos mostram a mínima racionalidade mesmo das menores partículas existentes.

Essas pequenas "inteligências" formam hoje o que temos, com muito tempo de tentativas e erros eles conseguiram se agrupar nas suas primeiras formas maiores, chegando até a serem chamados  de seres vivos, por sua complexidade e dinamismo.

Esse conjunto pode criar uma consciência maior, assim como nós, compostos de varias células, que por si só são seres vivos, que se multiplicam e morrem, formando um ser maior para a sua própria sobrevivência. Porém este assunto é para outro post, se não, fugiremos muito do assunto.




Assim resplandeça a luz do conhecimento diante dos homens de bem.
Abraços Fraternais"





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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

3)- Em terras inexistentes de batalhas

A batalha em nossa mente é constante, não há como negar. Nossa batalha é travada todos os dias, porem postos são conquistados, as vezes uma idé ase avança sobre a outra e cidades são fundadas.

Um dia uma cidade ruiu. Roma.

Mais precisamente o meu vaticano (cá entre nós, ele nunca foi muito solido). Assim ele caiu:

"Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma." Em minha cabeça tudo se destruiu e se reconstruiu. Uma bola de demolição acertou o coração de meu vaticano, porem não produziu escombro, mas surgiu duas coisas: uma pedra angular e um espaço vazio para uma construção futura.
Nada pode se criar do nada, o universo não seria criado do nada, mas deveria existir uma matéria que criasse ele, algo como... ele!


As respostas do mundo em essência são simples, nada é tão complicado que não possamos entender, só nós falta alguma peça do quebra-cabeça. Nada mais lógico do que ele ter sempre existido, e eu nunca tinha pensado nisso. O universo é, como falado na religião cristã sobre Deus, eterno, o alfa e o omega. O Universo, ou Deus, é eterno não tendo começo nem fim, ele simplesmente existe, sempre existiu, estava lá desde o principio de tudo, pois o principio não existe, o tempo é algo só sentido pelos humanos, o tempo é só a mudança das coisas de lugar.


Ai esta o conceito mais difícil, pelo menos para mim, de se pensar. O UNIVERSO, SIMPLESMENTE, EXISTE. Ele independe de tempo, pois ele existe e nunca foi criado nem  nunca vai ser destruído, ele irá mudar e se transformar, e estará lá, existindo, como sempre existiu.


Assim resplandeça a luz do conhecimento diante dos homens de bem.
Abraços Fraternais
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quinta-feira, 21 de julho de 2011

2)- Entre terras de meu passado

Para explicar o meu pensamento presente terei de mostrar o meu passado.




Já fui católico, participei de um grupo de jovens por muito tempo, um grupo de jovens um pouco diferente, JUMAS (Juventude Masculina de Schoenstatt), muito voltado ao caráter das pessoas. Era envolto por amigos do mesmo ramo até que um dia mudei de cidade para estudar.








Com a mudança sempre vem ideias novas. Ao sair de minhas terras antigas, desbravei novos lugares. Saí de minha zona de conforto. Conheci pessoas, conheci pensamentos.
Conheci o nada, o vazio, a falta do Arquiteto de tudo. E então nada.
Somente a criação, sem começo, sem fim, somente criação.


"Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma."


Então encontrei na ciência e nas religiões nuas a essência de tudo que acredito. Encontrei o Grande Arquiteto baseado em tudo que vivi, uma viagem em minha cabeça, minhas terras passadas e minhas terras intimas, que dividirei com todos os homens com sede de novos horizontes e tolerantes com as ideias dos irmãos.


Começo agora uma viagem por terras intimas e estrangeiras. Tomem seus lugares.




Assim peço ao Pai  que resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.


Assim resplandeça a luz do conhecimento diante dos homens de bem.
Abraços Fraternais


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1)- Entre terras estrangeiras

Entre todas as terras de pensamentos aqui estamos. Estou aqui dividindo aquilo que acredito e defendo quieto, longe de todos aqueles que são intolerantes. Quero partilhar as minhas ideias e crenças, respeitando a crença de cada um, e espero de todos o mesmo.

Não colocarei nem uma crença a baixo das outras, e sim as tratarei como verdades incontestáveis para as pessoas que nelas acreditam, criando as minhas ideias a partir das terras de todos. Sei que não sou dono da verdade, portanto dou a todos o direito de contestar com tolerância e sem fanatismo

Assim, abro aqui o meu espaço.
Abraços Fraternais